no meu querido EISH, dizem as más linguas, escrevem-se coisas falsas de pessoas falsas. escreve-se por mediatismo, falta de vida e afins.
mas queres a verdade, vamos: eu não sei se te amo que não sei nada sobre amor, mas gosto muito de ti, até corria para o teu colo se depois não te queixasses de dores nas costas. que sou uma merda sem ti, tenho quase toda a certeza, pois tu próprio fazes questão de mo lembrar com esse sorriso de poeta que me lembra a porcariazinha que é a minha escrita, e em como há sofridos que são tudo menos génios das letras. então eu qualquer-coisa-parecida-com-amor, e não consigo deixar de te apontar os defeitos porque a tua maior qualidade é saberes viver sem mim. e agora, vou-me enrolar com um qualquer para me lembrar outra vez de como os teus beijos eram quentes e artisticos, afogo as mágoas duma vida sem fundo no chocolate e tu dizes que te é indiferente se cantas rap do melhor para mim ou não. EISH DE VIDA.